sexta-feira, 15 de julho de 2011

Lula: 'não precisa ser especialista para saber que somos diferentes'

Redação SRZD | Nacional | 14/07/2011 20h27
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta quinta-feira do 52º Congresso da União Nacional dos Estudantes e voltou a criticar a imprensa. O ministro da Educação, Fernando Haddad, também esteve presente na cerimônia que reuniu centenas de estudantes em Goiânia (GO).

"Há quanto tempo não faço um discursinho", disse Lula afirmando que "não que não via a falar no microfone". O ex-presidente disse que a imprensa tenta criar animosidade entre ele e Dilma Rousseff ao ressaltar diferenças de estilo de governar.

"Não precisa ser especialista para saber que somos diferentes". Segundo Lula, "o dia em que tiver divergências (com a presidenta), ela vai estar com a razão".

O presidente da UNE, Augusto Chargas, afirmou que a entidade não é "chapa branca", como foi acusada na imprensa, por ter aceitado patrocínio dos ministérios dos Transportes, Saúde, Turismo, Esporte e Educação, e da Petrobras.

"Essa é uma afirmação muito equivocada. A UNE sempre contou com apoio público para realizar suas atividades", disse. Contudo, o ex-presidente Lula o aconselhou a não se preocupar "com quem te chamou de chapa branca. Aquele jornal não cobre o Rio, não chega à Baixada Fluminense".

Haddad também defendeu a UNE ao dizer que "algumas pessoas acham que é possível comprar consciência com alguns trocados. Estudantes não se vendem por dinheiro nenhum".

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Trajetória de Dilma Rousseff vai para as telas

Longa será baseado no livro ‘A Primeira Presidenta’, de Helder Caldeira, sobre a “Dilma mulher-alfa”. Papel principal foi oferecido a Marieta Severo, que estuda a proposta

Maria Carolina Maia
Dilma 2011 03 11 Dilma: a mulher-alfa da política nacional (Antonio Cruz, Agência Brasil)
 
Depois de Lula, é a vez de Dilma Rousseff entrar em cartaz. O livro A Primeira Presidenta (Faces, 160 páginas, 29 reais), do palestrante e articulista Helder Caldeira, teve os direitos cinematográficos adquiridos pelo produtor Antônio de Assis, que pretende transformá-lo em filme, com Marieta Severo à frente. A atriz vai decidir sua participação após ler o roteiro.

Ainda sem diretor definido, o longa deve ser lançado em dezembro de 2012. Caldeira, que supervisionará o roteiro, espera que o filme seja feito sem recursos públicos. “Acho que é possível.” O articulista, que escreveu o livro em apenas seis dias, em janeiro deste ano, diz que a obra é focada na trajetória política de Dilma, definida por ele como uma “mulher-alfa”.

“Ela tem perfil gerencial, foi à luta e vem assumindo cargos importantes”, diz. “Estamos em pleno processo de ascensão do poder feminino. O filme vai mostrar isso.”

Caldeira explica que escreveu o livro rapidamente porque tinha o assunto “na ponta da língua”. A obra é uma versão das palestras em que faz um paralelo entre a trajetória política de Dilma, iniciada na década de 1980, no PDT de Leonel Brizola, com o processo de redemocratização do país.

 Segundo ele, o livro tem passagens que podem desagradar à presidente, como aquela em que ele lembra que ela não era a primeira opção do PT para a sucessão de Lula. Mas o capítulo em que Dilma se consolidou como candidata ganhou um título forte: “A gênese do vulcão”.

Ali, Caldeira defende a tese de que Dilma se impôs ao dar “uma aula de política”, no Senado, quando, questionada pelo senador José Agripino Maia (DEM) se mentira quanto ao dossiê de gastos sigilosos do governo Fernando Henrique Cardoso, já que dissera em entrevista que costumava mentir,

Dilma disse ter mentido apenas para salvar companheiros de guerrilha.

“Ali, ela chancelou sua candidatura”, afirma.

Para o filme, o produtor Antônio de Assis pretende entrevistar pessoas ligadas a Dilma durante a ditadura, a infância e a adolescência, para acrescentar informações sobre esses períodos.

Caldeira também espera entrevistar a própria presidente.

Embora já esteja à venda, o livro A Primeira Presidenta terá um lançamento oficial apenas em 1º de agosto, na Casa do Saber do Rio de Janeiro.

Na ocasião, Helder Caldeira dará uma palestras sobre "mulheres-alfa".
 

domingo, 12 de junho de 2011

LULA, CONSULTOR DE DILMA, EM CASO DE VITÓRIA

sábado, 30 de outubro de 2010

LULA, CONSULTOR DE DILMA, EM CASO DE VITÓRIA

No último dia, Dilma diz que Lula será seu consultor

Ex-ministra afirma que o presidente não participará formalmente em eventual governo petista

Ricardo Galhardo, enviado a Belo Horizonte | 30/10/2010 12:40
A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse na manhã de hoje em Belo Horizonte que, caso seja eleita, o presidente Lula não vai participar formalmente do governo dela. Dilma disse, no entanto, que sempre que for possível, vai consultá-lo. A petista também afirmou que quer unir o País em torno de um projeto de desenvolvimento.

“Se eu for eleita, logo após a eleição quero unir o Brasil em torno de um projeto de desenvolvimento não só material, mas também de valores. Porque acredito que nosso País pode se transformar, cada vez mais, num lugar de convivência e tolerância”, disse a candidata durante entrevista coletiva à imprensa antes de participar de uma carreata na capital mineira.
Dilma não deu detalhes de como conduziria essa união do País, mas fez questão de dizer que vai governar para todos os brasileiros. “Tenho uma coligação e vou governar com a minha coligação. Agora, vou governar para todos os brasileiros, sem fazer distinção de partido, sem exceção”, afirmou.
Questionada sobre o papel do presidente Lula em um eventual governo dela, Dilma disse que “o presidente Lula, obviamente, não será uma pessoa dentro de um ministério. Mas, para mim, que tenho uma relação muito forte com o presidente Lula, ele será sempre uma pessoa de quem tenho plena confiança política e pessoal”.
Segundo Dilma, Lula tem “grande sensibilidade para entender o povo brasileiro” e, sempre que puder, afirmou a candidata, ela terá conversas com o presidente. “Temos um vínculo muito forte. Não há ninguém nesse País que vai me separar do presidente Lula”, completou.
Na véspera do segundo turno das eleições presidenciais, a candidata do PT afirmou que a escolha de Belo Horizonte para encerrar a campanha tem um “simbolismo grande” por ter sido a capital mineira o seu berço político.
Em relação à campanha, a candidata reclamou da “campanha subterrânea”, com boatos, panfletos e telefonemas, mas disse não guardar mágoa. “Estou com a alma leve porque não tenho mágoa”, disse a candidata aos jornalistas.
Logo após a entrevista, que foi realizada na região da Lagoa da Pampulha, a carreata teve início no bairro Venda Nova, na periferia de Belo Horizonte. Ali, moram cerca de 500 mil pessoas e a região é considerada um bastião petista. Dilma está em um jipe, acompanhada de lideranças políticas do PT mineiro, como Patrus Ananias e Fernando Pimentel, além do prefeito Marcos Lacerda (PSB) e dos ministros Alexandre Padilha e Luiz Dulci.

sábado, 28 de maio de 2011

Lula cogita convocação de Assembleia Constituinte exclusiva para votar a reforma política


Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
27/05/2011 | 17h08 | Sindicalistas


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defende a unificação das eleições nos níveis federal, estadual e municipal a partir de 2014.

Ao participar hoje (27) de reunião com representantes de seis centrais sindicais, ele pediu apoio à aprovação de reforma política que estabeleça, entre outros mudanças, eleições em um único ano e o financiamento público de campanhas.

Caso a proposta não avance, Lula propõe a convocação de Assembleia Constituinte exclusiva para votar a reforma política, disse o presidente o presidente da Força Sindical, o deputado federal Paulo Pereira, o Paulinho da Força.

“Se [a mobilização] não funcionar, ele [Lula] acha até que devemos ter uma eleição para fazer uma Constituinte exclusiva sobre a questão eleitoral”, afirmou Paulinho da Força.

O ex-presidente não deu entrevista depois de se reunir com os sindicalistas, em São Paulo.

Segundo as lideranças das centrais sindicais, Lula entende que as eleições para presidente, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais e estaduais e vereadores devem ocorrer em um mesmo ano, com um intervalo de alguns meses.

“Ele acha que essa coisa ter eleições a cada dois anos deve acabar. Não para agora, mas para 2014 ”, disse Paulinho da Força.

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Arthur Henrique da Silva, citou outras propostas defendidas por Lula.

De acordo com Arthur, o ex-presidente é a favor da fidelidade partidária, da ampliação das formas de participação da sociedade na política e da redução dos custos das eleições.

Para diminuir os gastos eleitores, Lula propõe o financiamento público de campanhas, segundo Arthur. Essa proposta do ex-presidente recebeu o apoio da maioria das centrais sindicais.

“Financiamento público é quase unanimidade [entre as centrais]”, disse Arthur.

De acordo com o presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Antonio Neto, ainda há pontos discordantes que precisam ser melhor debatidos entre os sindicalistas.

Para buscar um consenso, acrescentou, será promovida uma reunião plenária nos próximos meses.

“Faremos um seminário com os movimentos sociais e partidos políticos e vamos ver como podemos entrar definitivamente nesta discussão.”

Se for aprovada uma proposta conjunta de reforma política, as centrais sindicais vão trabalhar pela sua aprovação, ressaltou Paulinho da Força.

Da Agência Brasil

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Lula e centrais discutem reforma política e pauta trabalhista em SP (Postado por Erick Oliveira)


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne nesta sexta-feira (27) em São Paulo com representantes das centrais sindicais para discutir reforma política.
Os líderes sindicais levam a Lula também suas principais reivindicações em relação aos temas trabalhistas na pauta do Congresso Nacional, como redução da jornada de trabalho, fator previdenciário e regulamentação de terceirizações.

Participam do encontro o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical; o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva; e representantes CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) e União Geral dos Trabalhadores (UGT).

O ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência Luiz Dulci, que hoje atua no Instituto Cidadania juntamente com Lula, também participa da reunião, que ocorre na sede da entidade, na capital paulista.
 
 
Palocci

Ao chegar para o encontro, Paulinho da Força comentou o caso envolvendo o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, que, segundo reportagem do jornal "Folha de S.Paulo", teve seu patrimônio aumentado em 20 entre 2006 e 2010.

"Palocci deve muitas explicações ainda. Não consigo entender como alguém fica rico tão rápido. Acho que o melhor para o governo seria que Palocci saísse. Esse desgaste que ele está levando não é bom em início de governo. Mas como teve um problema com ele, ele deveria se afastar e responder isso fora do governo", afirmou Paulinho.

Questionado sobre se Lula está interferindo no governo de Dilma Rousseff, ele respondeu: "Lula tem agir, é uma pessoa que todo mundo respeita. Então quanto mais ele puder ajudar o governo, melhor."

Veja como a grande mídia distorce as notícias e escamoteia as verdade, no afâ maroto de manter a classe média desinformada

Comentário deste Blog à notícia abaixo transcrita:

Desemprego no último ano do Governo FHC (abril/2002): 11,1

Desemprego no início do Governo Dilma (abril/2011): 6,4  

Esta diferença expressa o sucesso insofismável da "era" Lula, comparativamente com a "era" FHC, o que justifica um fato inconteste: "FHC já era".

Pois bem. Esta verdade é escondida pela grande mídia brasileira, para que a classe média do país permaneça desinnformada.

Analise a ginástica, o malabarismo, o jogo de palavras, com que a notícia abaixo distorce a verdade, para não ser percebida pelos seus incautos leitores.

Veja como, através de um link maroto, se pretende distorcer a realidade, mantendo a aparência (só a aparência) de isenção.

(Edson Nogueira Paim escreveu)

A notícia, com respectivo link, a que se refere o comentário acima, é do teor seguinte:

 

"IBGE: desemprego é o menor para abril desde 2002

Agência Estado

A taxa de 6,4% de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o mês passado foi a menor para meses de abril desde 2002, quando a instituição realizou a reformulação da Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Em seu comunicado de hoje, o IBGE informou que considera a taxa de abril estável em relação a de março deste ano, quando o desemprego foi de 6,5%.

O IBGE informou ainda que a massa de renda média real (descontada a inflação) habitual dos ocupados no Brasil somou R$ 34,7 bilhões em abril, o que indica uma queda de 1,7% ante março e um aumento de 4,3% em relação a abril de 2010.
Já a massa de renda média real efetiva dos ocupados chegou a R$ 34,5 bilhões em março, com queda de 1,6% ante fevereiro e aumento de 4,1% na comparação com março de 2010. O rendimento médio real efetivo sempre se refere ao mês anterior ao da PME."


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segunda-feira, 4 de abril de 2011

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